Aqui você começa a meter o bisturi. Um parágrafo que explica como o filme abre um buraco na cabeça. Pode usar metáforas corporais, glitch visual, ecos de sonhos, e referências sutis à vulnerabilidade de peles, pelos e máscaras.
Neste ponto, o tom weirdcore entra: descreva sensações fora de proporção, ruídos invisíveis, cenas que parecem ter sido filmadas com uma câmera que sussurra. Insira detalhes estéticos que causem leve desconforto.
Aqui entra o toque furry: não antropomorfize tudo, apenas use sensações corporais animalescas para dar textura à crítica. Felinos observando no escuro. Orelhas que percebem frequência que ninguém mais nota. Patas sujas de poesia.
Por fim, amarre o tema do filme e a sensação de estar analisando algo que nunca existiu direito, como se a obra fosse um sonho de alguém que não está vivo.